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Nasdaq e S&P 500 recuam de máximas históricas com alta de rendimentos e petróleo

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Nasdaq e S&P 500 recuam de máximas históricas com alta de rendimentos e  petróleo
Nasdaq e S&P 500 recuam de máximas históricas com alta de rendimentos e petróleo

Por Tharuniyaa Lakshmi e Shashwat Chauhan

7 Out (Reuters) - O Nasdaq e o S&P 500 recuavam nesta quarta-feira de máximas históricas diante da ala dos rendimentos dos Treasuries e dos preços do petróleo, mantendo os investidores cautelosos enquanto aguardavam a ata da reunião de setembro do Federal Reserve.

O clima de mercado tornou-se mais cauteloso à medida que os investidores reavaliavam as perspectivas para a taxa de juros e os custos da energia. O petróleo Brent voltou a ficar acima do nível psicologicamente importante de US$100 por barril, com a persistência das preocupações com a oferta no Oriente Médio.

“Estamos vendo um pouco de realização de lucros hoje. O mercado está muito focado na ata do Fed, mas, no fim das contas, será a movimentação dos preços do petróleo e dos rendimentos que determinará a direção do mercado hoje”, disse Peter Cardillo, economista-chefe de mercado da Spartan Capital Securities.

As ações do setor de chips estavam entre as que mais caíam. A Micron Technology recuava 2,3%, a Nvidia registrava queda de 0,7% e o índice de chips da Filadélfia, perdia 2,3%.

A SpaceX caía 1,7% após uma reportagem do Financial Times informando que a empresa está buscando US$40 bilhões em financiamento para custear a compra de chips da Nvidia.

Oito dos 11 setores do S&P 500 tinham baixa, com os de materiais e industrial liderando as perdas.

Os setores de energia e de saúde registravam alta, com ganhos de 0,6% cada.

O Índice Dow Jones Industrial Average caía 0,92%, para 51.049,07 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,56%, a 7.775,04 pontos, e o Nasdaq Composite tinha queda de 0,85%, para 27.364,73 pontos.

O rendimento do Treasury de 30 anos subiu para o nível mais alto desde 2002 e era negociado a 5,72%, antes da divulgação da ata da reunião de política monetária de setembro do Federal Reserve, quando elevou a taxa de juros para combater a inflação.

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