Início Economia Não vamos assinar manifesto porque não há pertinência, diz indústria da construção
Economia

Não vamos assinar manifesto porque não há pertinência, diz indústria da construção

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A indústria da construção diz que não vai aderir ao manifesto organizado pela Fiesp em defesa da harmonia entre os Poderes, que desagradou o governo e virou polêmica neste final de semana.

“Não vamos assinar porque achamos que não tem essa pertinência nesse momento. É muito óbvio que todos nós queremos paz, segurança. E é por isso que temos que reduzir a quantidade de gente falando”, diz José Carlos Martins, presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção), que representa o setor.

Ele afirma que a entidade não quer se envolver politicamente.

“Nunca fizemos a favor do Bolsonaro nem vamos fazer contra, a não ser que realmente seja necessário. Nesse momento, não vemos chance nenhuma de ruptura institucional. O que a gente vê é uma briga muito grande entre os Poderes, querendo ocupar espaço”, afirma.

No setor financeiro, a circulação do manifesto levou Banco do Brasil e Caixa a ameaçarem deixar a federação dos bancos Febraban, se a entidade assinasse o documento.

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?