O Banco pontua que a demanda mundial está caindo, enquanto as perturbações na oferta esteja sendo reduzidas e os preços de matérias-primas, se moderando. No geral, a política monetária dos países está em níveis restritivos, fazendo com que a inflação seja reduzida coletivamente no globo.
A expectativa também é de que o preço do petróleo continue caindo no ano que vem, aliviando a alta de preços de energia. Além disso, os efeitos "defasados e contínuos" das taxas de juros elevadas deverão manter a atividade mundial fraca.
Mesmo assim, o potencial para um choque inflacionário decorrente de tensões geopolíticas ainda é alto, e por isso os bancos centrais devem estar prontos para aumentar as taxas em uma resposta rápida, diz o Banco. Não só, as pressões contínuas que mantiveram a inflação elevada podem voltar a persistir e obrigar os bancos centrais a desencadear uma queda mais acentuada da atividade econômica, forçando uma recessão em alguns países, destaca.
