A Moody's diz que o passo da Gol nos EUA é resultado de uma queima de caixa acumulada e da alta alavancagem da empresa, derivada de juros elevados, de aeronaves Boeing MAX em solo e dos efeitos da pandemia, que levaram a um enfraquecimento no perfil de liquidez e a uma estrutura de capital "insustentável".
A agência ainda afirma que a perspectiva negativa reflete a visão de um período prolongado de recuperação para a Gol, como parte da reorganização e de sua "flexibilidade financeira limitada", o que poderia levar a perdas maiores que o previsto para os credores segurados e não segurados.
