O Estado de S. Paulo revelou na edição desta terça, que a Previc, órgão do Ministério da Previdência, pediu o afastamento de Azevedo do cargo por dois anos devido a investimentos que geraram prejuízos de R$ 762 milhões ao fundo de pensão dos Correios. O jornal também informou que o conselho do Postalis chegou a deliberar pela demissão de Oliveira no ano passado, mas 13 dias depois, um diretor mudou o voto, o que resultou na permanência dele no cargo.
Antes de assumir a diretoria, Oliveira era gerente de aplicações e membro do comitê de investimentos do Postalis. O presidente dos Correios está em férias. A reportagem apurou, contudo, que tratou do tema com o ministro, mesmo de longe.



