Borges não quis arriscar quantos consórcios entrarão nesses leilões, mas afirmou estar otimista. Segundo ele, desde o fracasso da disputa da BR-262 (ES/MG) o governo adotou medidas para afastar riscos dos empreendimentos e proporcionar maior previsibilidade a potenciais interessados.
Para as rodovias que apresentam risco elevado de demanda, Borges disse que elas serão ofertadas pelo sistema de parceria público-privada (PPP), como é o caso das BRs 101 (BA), 116 (MG), 153 (TO) e 262 (MG/ES). "Quando não houver possibilidade de equacionar modicidade tarifária e equilíbrio econômico da concessão, o governo estuda trechos como PPP", disse, após participar de evento com empresários na capital paulista. A estimativa é de que a BR-101, a 116 e a 153 sejam as primeiras a serem leiloadas por esse modelo.



