De acordo com a Pasta, a medida foi necessária porque o Plano Safra em curso não conseguiu cumprir todas as demandas dos produtores rurais por esse crédito. Além disso, a linha de crédito dolarizada do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) mostrou a necessidade de alocação de mais recursos.
"Tínhamos investimentos há muito tempo paralisados. Ainda em janeiro, quando o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante assumiu, foram liberados R$ 2,7 bilhões para investimentos, que rapidamente foram tomados, e nós começamos então a busca por complementos orçamentários. Buscamos a complementação de recursos por meio de remanejamento de outros orçamentos para que nós pudéssemos disponibilizar os valores para o Plano Safra", explicou o ministro Carlos Fávaro, em nota.



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