BRASÍLIA - Diante das críticas feitas nesta terça-feira pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (CE) e pelo presidente interino do PSDB, Tasso Jereissatti (CE), o líder do governo e presidente nacional do PMDB, Romero Jucá (RR), disse que quem não concordar com a criação do fundo público eleitoral para financiamento das campanhas, pode abrir mão dos recursos.
_ É importante dizer, eu entendo a posição de cada um, mas quem não concordar com o fundo, pode assinar uma declaração renunciando ao dinheiro para a próxima eleição _ ironizou Jucá.
Mais cedo Eunício avisou que, do jeito que está, sem o acompanhamento de mudanças no sistema eleitoral, ele não pauta o fundo eleitoral de R$3,55 bilhões para 2018. Jucá defende dois mecanismos de receita para compor o fundo: parte dos recursos viria de emendas impositivas de bancada, não emendas individuais, e outra fatia, da desoneração de programas de propaganda eleitoral, que seriam suspensos em anos não eleitorais.

