A previsão de crescimento para o setor neste ano já foi de 2,5% e caiu para 2%. Segundo Martins, isso se deve à economia do País. "Quando a economia não anda na velocidade que se imagina, o investimento privado também não anda", disse.
"É necessário melhorar a eficiência do setor para a economia do Brasil ser mais competitiva", afirmou Martins. Ele criticou o excesso de burocracia e apontou como gargalos os custos, os prazos e a insegurança jurídica.
Para Martins, outra tarefa importante é definir regras claras e confiáveis para as concessões. "Consideramos essa uma grande oportunidade que o Brasil tem agora", disse. Ele citou a decepção com a concessão da BR-262, que não teve nenhum interessado. "Esperamos que a lição tenha sido aprendida." Se as concessões anunciadas acontecerem, segundo Martins, o investimento, que hoje está em cerca de 18%, deve chegar a 24% do PIB em 2022.


