Em nota distribuída à imprensa, os economistas da empresa atribuem a trajetória de queda da inadimplência a uma maior cautela do consumidor na hora de contrair dívidas, preocupado com o cenário de aumento dos juros e da cotação do dólar. Além disso, dizem os economistas, o consumidor tem buscado renegociar dívidas em atraso.
Apenas os títulos protestados cresceram em agosto (2,1%) na comparação com julho. Os demais itens analisados caíram: inadimplência com bancos recuou 5,4%, dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços como telefonia e energia elétrica) baixaram 4,4% e o número de cheques sem fundos encolheu 13,4%.



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