Em nota, os economistas da Serasa Experian creditam a queda da inadimplência à manutenção das baixas taxas de desemprego, ao recuo da inflação e à maior cautela dos consumidores em relação à contratação de dívidas.
O recuo do indicador foi puxado em setembro pelas variações negativas de 2,6% das dívidas não bancárias (cartões de crédito, financeiras, lojas em geral e prestadoras de serviços públicos) e de 2,9% na inadimplência com bancos. Os títulos protestados caíram 20% e o número de cheques sem fundos ficou estagnado, repetindo o nível de agosto.



