A alta de 7,3% até julho mostra que os preços das habitações subiram mais que o dobro da inflação no período, de cerca de 3,2%,considerando dados do Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPCA). As maiores altas no ano foram verificadas nas cidades de Curitiba (18,5%), Vitória (10,1%) e Rio de Janeiro (9,3%). A cidade de São Paulo, maior mercado imobiliário do País, teve aumento de preços em linha com a média geral, de 7,3%.
O crescimento persistente nos valores das moradias vem ocorrendo porque o mercado imobiliário não foi contaminado pelo cenário adverso da economia brasileira, marcado por inflação alta, taxa básica de juros (Selic) em ascensão e baixo desempenho do Produto Interno Bruto (PIB). "O mercado imobiliário se descola do restante da economia em vários aspectos, o que explica a resistência dos preços", afirmou o economista Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice Fipezap. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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