Em segundo lugar, figura a produção de erva-mate nativa, que somou R$ 155,3 milhões (+31,6%), ultrapassando o valor de produção das amêndoas de babaçu, que teve queda de 10,3%, para R$ 127,6 milhões, e ficou no terceiro lugar.
Em seguida, figuram no ranking as produções de fibras de piaçava (R$ 109 milhões), pó de carnaúba (R$ 95,1 milhões) e castanha-do-pará (R$ 68,4 milhões). Juntos, todos esses itens corresponderam a 90,6% do valor de produção do extrativismo vegetal não madeireiro. No total, a extração vegetal não madeireira somou R$ 983,6 milhões em 2012.

