Ao longo de uma década, essa concentração teve ligeira melhora. Em 2002, o grupo concentrava 68% do PIB do País, 2,8 pontos porcentuais a mais, ressaltou o IBGE. Na passagem de 2010 para 2011, a região Sudeste manteve sua fatia de 55,4%. No entanto, houve redistribuição na participação dos Estados. São Paulo ainda lidera a geração de riqueza, mas perdeu 0,5 ponto porcentual de participação, ao passar de uma fatia de 33,1% em 2010 para 32,6% em 2011.
Houve avanço na participação do Rio de Janeiro (de 10,8% para 11,2%, um ganho de 0,4 ponto porcentual) e Espírito Santo (de 2,2% para 2,4%, aumento de 0,2 ponto porcentual). O Estado de Minas Gerais manteve sua fatia em 9,3%.

