De acordo com Picchetti, alguns itens que ajudaram a puxar os preços para baixo em julho devem deixar de ajudar em agosto. Por exemplo, o alívio que a revogação dos aumentos das tarifas de transporte urbano no final de junho produziu em Transportes não vai se repetir. Além disso, itens de alimentação in natura, como tomate e mamão papaia, já apresentam desaceleração da queda nas pesquisas de ponta (semanais) da FGV.
"Tomate, mamão papaia, cebola e tarifa de ônibus urbano foram as maiores contribuições negativas para o índice em julho, divulgado nesta quinta-feira, 1. Não fossem eles, teríamos inflação de 0,10%", informou, acrescentando que as participações somadas desses itens no IPC-S foi de -0,27 ponto porcentual.



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