O avanço do CVCS foi o maior desde abril, quando o índice registrou variação de 0,44%. Em nota, a FecomercioSP afirmou que "não há indícios de que este seja um comportamento preocupante" e informou que as altas mais expressivas do CVCS estão centralizadas em três grupos: Transportes (0,74%), Habitação (0,53%) e Alimentação e bebidas (0,39%). Somadas, essas categorias representam a maior parte do aumento constatado em setembro. A maior alta nos preços foi sentida pela Classe D (0,53%), com renda de R$ 976,59 a R$ 1.464,87.
Segundo a FecomercioSP, o Índice de Preços de Serviços (IPS) foi pressionado principalmente pelos grupos Transportes (2,51%) - com destaque para o aumento das passagens aéreas (20,12%) -, Saúde e Cuidados Pessoais (0,79%) e Habitação (0,27%). No caso do Índice de Preços do Varejo (IPV), a elevação foi puxada pelos segmentos Habitação (1,39%) e Alimentos e Bebidas (0,45%), com destaque para o item melancia, que apresentou a maior variação (11,39%).



