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Fazenda diz que melhora na avaliação da Moody's se deve a medidas tomadas desde 2016

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BRASÍLIA — O comemorou, nesta segunda-feira, , realizada pela agência de classificação de risco . A pasta destacou que a melhora na avaliação se deveu às ações realizadas pela equipe econômica desde maio de 2016.

"Além do trabalho para restabelecer o equilíbrio fiscal, tem papel fundamental a ampla agenda de reformas em curso. Em particular, o sucesso na aprovação do Teto de Gastos, a reforma Trabalhista, o Programa de Recuperação Fiscal dos Estados, a reabertura do setor de óleo e gás e a reformulação das políticas de crédito do BNDES e a Taxa de Longo Prazo (TLP)", diz um trecho da nota.

Um ponto destacado pela Moody's, lembrado pela área econômica do governo, é que existe um fator de risco que poderia levar à reavaliação negativa da nota de crédito brasileira: um cenário político no qual não se verifiquem avanços na agenda de reformas para a consolidação fiscal e cumprimento do teto de gastos, como maior postergação na reforma da previdência.

"O Ministério da Fazenda reafirma seu comprometimento com a consolidação fiscal e com a recuperação da atividade econômica e do emprego. A evolução dos debates em torno de reformas estruturais que promovam esses objetivos é essencial para o país", diz o comunicado.

Segundo a Fazenda, a Moody’s ressalta que a recuperação da economia nos últimos meses, com um cenário macroeconômico de baixa inflação e menores taxa de juros, beneficiará a dinâmica da dívida pública. Além disso, as reformas estruturais aprovadas pelo governo sustentarão as perspectivas de crescimento.

"A predominância da dívida pública em moeda local e a ampla base de investidores no mercado doméstico também são apontados pela agência como fatores importantes para a mitigação do risco de crédito do país".

Ao anunciar a melhora na perspectiva de nova de crédito do Brasil de negativa para estável, a Moody's deu duas razões: a expectativa de que as reformas fiscais serão aprovadas no próximo governo e o crescimento do país mais forte do que o esperado a curto e médio prazos.

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