O Plano Safra recorde é visto pelo governo como uma oportunidade de se aproximar do agronegócio, ainda resistente ao presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.
De acordo com Fávaro, o agronegócio precisa intensificar sua produção, inclusive em passagens degradadas, que somam de 50 a 60 milhões de hectares.
Participam da cerimônia o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-presidente Geraldo Alckmin, a presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e ministros como Fernando Haddad (Fazenda), Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), Marina Silva (Meio Ambiente) e Rui Costa (Casa Civil).
