Conforme levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) compilado pelo AE-Taxas, no período, na média dos postos pesquisados no País, o etanol está com paridade de 70,99% ante a gasolina, portanto desfavorável em comparação com o derivado do petróleo.
No Amazonas, a paridade estava em 69,54% e, em Mato Grosso, a paridade estava em 66,12%.
Executivos do setor observam que o etanol pode ser competitivo mesmo com paridade maior do que 70%, a depender do veículo em que o biocombustível é utilizado.
