RIO - O dólar comercial pelo quinta sessão consecutiva nesta segunda-feira, recuando 0,73% e valendo R$ 3,102. Na mínima do dia, chegou a valer R$ 3,099. O câmbio local acompanha o desempenho da divisa americana em escala global, com o índice Dollar Spot (que mede sua força frente a dez moedas) caindo 0,35%. O dólar é pressionado pelo salto do petróleo, cujo barril do tipo Brent avança 3,4%, a US$ 52,59, maior nível em duas semanas. No mercado acionário, a alta da commodity favorece as ações da Petrobras, evitando que o índice Ibovespa fique no negativo. A Bolsa brasileira opera estável, aos 68.208 pontos.
O petróleo se valoriza em reação ao anúncio de Rússia e Arábia Saudita, que afirmaram querer estender por nove meses (até março de 2018) o acordo que limita a produção de petróleo dos membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e de outros 11 países produtores. Em comunicado conjunto, autoridades dos dois países informaram que farão consultas com os outros participantes do acordo. A reunião semestral da Opep acontece no próximo dia 25.
Na agenda doméstica, um dos destaques é o IBC-Br, índice do Banco Central usado como uma prévia do PIB oficial. Segundo o dado divulgado esta manhã, após a pior recessão do país, a economia brasileira começou a dar sinais de que o pior já foi superado. Nas contas do BC, o país cresceu 1,12% no primeiro trimestre deste ano.




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