O déficit mais baixo resultou, em grande parte, de um avanço das receitas fiscais, segundo o ministério. As receitas nos primeiros sete meses do ano subiram 8,7% para 176,5 bilhões de euros, enquanto os gastos avançaram 4,2% para 235,5 bilhões.
A melhora do déficit foi limitada pela receita extraordinária que recebeu no ano passado da atribuição de licenças de telefonia móvel 4G. Além disso, o déficit também foi atingido por despesas maiores neste ano vinculadas a injeções de capital para o Banco Europeu de Investimento e o Mecanismo de Estabilidade Europeu (ESM, na sigla em inglês), segundo o ministério.
Excluindo itens excepcionais, o déficit teria diminuído em mais 12 bilhões de euros.
O déficit do governo central leva em conta uma grande parcela do déficit público total do país, que também inclui gastos com a previdência e administrações locais. Fonte: Market News International.




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