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Crise financeira de 2008 custa US$ 70 mil para cada americano

WASHINGTON — A economia dos Estados Unidos nunca compensou o crescimento que perdeu durante crise financeira global de 2008 e na recessão que foi impulsionada por este cenário. Uma década depois, as famílias dos EUA ainda estão contabilizando os custo.

O Produto Interno Bruto (PIB) americano permanece bem abaixo do impacto que a tendência de 2007 demonstrava, e é improvável que a economia venha a compensar as perdas, de acordo com pesquisa do Federal Reserve (Fed, o BC americano) de São Francisco, publicada na segunda-feira. O acerto nas finanças do país custará, em média, US$ 70.000 da renda de cada americano, estimam os analistas.

"Sem os grandes choques financeiros adversos experimentados em 2007 e 2008, o comportamento do PIB teria sido muito diferente", escrevem Regis Barnichon e seus coautores. Eles descobriram que o impacto no crescimento foi persistentemente 7% mais profundo do que teria sido na recessão branda que eles supuseram que teria ocorrido sem o colapso financeiro. "Este é um grande número", ressaltaram os analistas no relaório.

Eles chegam ao total da perda de renda vitalícia do americano ao obter o PIB per capita em 2007 e descontando a uma taxa anual de 5% para calcular seu valor atual.

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