Coutinho avaliou que as reservas externas brasileiras, de quase US$ 400 bilhões, "nos dá proteção, mas não é garantia absoluta", diante do cenário externo volátil. Ele lembrou que após a crise financeira houve "um processo escandaloso de socorro aos bancos no exterior", com a injeção de recursos públicos em bancos e empresas, como a General Motors, nos Estados Unidos. "O sistema financeiro desregulado é perigoso à sociedade, pois socializa efeitos da crise. E a crise aponta que é preciso regulação preventiva e disciplinar para defender a sociedade", completou.



