O resultado total do ICS em setembro também foi influenciado por comportamentos distintos dos seus componentes. Enquanto o Índice de Situação Atual (ISA-S) voltou a cair, com recuo de 1,4%, após avanço de 3,2% em agosto, o Índice de Expectativas (IE-S) mostrou uma perspectiva menos pessimista pelo segundo mês consecutivo, subindo 0,7%.
O aumento do IE-S entre agosto e setembro foi influenciado pelo quesito demanda prevista, que avançou 2,4%. A proporção de empresas prevendo demanda maior no futuro subiu de 41,2% para 43,0%, enquanto as que preveem demanda menor passou de 10,2% para 8,9%. O indicador que mede o otimismo com a tendência dos negócios para os seis meses seguintes caiu 0,8%.
Por outro lado, o recuo do ISA-S entre agosto e setembro refletiu a queda do indicador que mede a satisfação com a situação atual dos negócios, em 3,8%. A proporção de empresas que avaliam a situação atual como forte diminuiu de 23,7% para 20,6%, depois de ganhar força em agosto. A parcela das que a consideram fraca, porém, aumentou de 17,8% para 18,7%. O quesito que mede a percepção sobre volume de demanda atual aumentou 1,2%.



