Segundo o edital, as duas fontes de recursos serão destinadas ao Fundo Nacional de Aviação Civil (FNAC) e dirigidas basicamente a "projetos de desenvolvimento e fomento da aviação civil." Esse fundo terá como propósito garantir recursos para que outros aeroportos sob direção estatal, especialmente os regionais, possam continuar a ter acesso a verbas para que possam fazer frente à necessidade de recursos para modernização e expansão de suas atividades. Esse fundo será administrado pela Secretaria de Aviação Civil.
Segundo uma fonte que assessorou um dos principais consórcios que participaram do leilão de hoje, o montante de R$ 24,5 bilhões, bem maior do que o preço mínimo total de R$ 5,5 bilhões, pode levar o governo a realizar neste ano ou no próximo novas privatizações de aeroportos com dificuldades crônicas de funcionamento, com destaque para o Galeão, no Rio de Janeiro, Confins, em Belo Horizonte, e Salgado Filho, em Porto Alegre.

