Na capital paulista, confirmaram a presença dirigentes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), CSP-Conlutas e a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB). De acordo com o presidente da UGT, Ricardo Pattah, o projeto, de autoria do deputado Sandro Mabel (PMDB-GO), piora as condições de trabalho. "O projeto, se aprovado, vai reduzir a qualidade e o respeito ao trabalhador", diz o dirigente.
O deputado federal e presidente da Força Sindical, Paulo Pereira dos Santos (PDT-SP), o Paulinho da Força, confirmou que irá ao evento e disse que se trata de um ato simbólico, em defesa do trabalhador frente ao empresário. "Por isso a escolha de fazer o protesto em frente à Fiesp", disse.




Aviso