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Casa Branca reforça que não pretende aceitar condições para aumento da teto da dívida nos EUA

A Casa Branca afirmou nesta terça-feira, 2, que não negociará a questão do limite da dívida dos Estados Unidos. A administração do presidente Joe Biden defendeu que o único caminho prático para evitar a inadimplência é o Congresso suspender o teto sem impor condições, dado o tempo restrito até 1º de junho, quando o Tesouro americano calcula que o governo poderá deixar de honrar suas dívidas.

A porta-voz Karine Jean-Pierre argumentou que o limite da dívida foi aumentado três vezes sob o governo do ex-presidente Donald Trump, e que não tem de ser diferente dessa vez.

"É obrigação constitucional do Congresso agir, e não fazer de refém a fé e o credito dos EUA a menos que aceitemos cortes em programas dos quais trabalhadores americanos dependem", afirmou em coletiva de imprensa. "Ameaçar entrar em default e quebrar a economia a não ser que Biden concorde com o presidente da Câmara Kevin McCarthy não é apenas irracional, é perigoso."

Ela disse que o presidente Biden convidou quatro líderes do Congresso para uma reunião na próxima terça-feira, 9, para conversar "sobre a urgência e importância de evitar uma inadimplência". No encontro, ele vai discutir iniciar um novo processo para tratar do orçamento, antecipou Jean-Pierre.

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