Parte das intervenções dos presentes diz respeito ao prazo estipulado pelo governo nas minutas jurídicas, que na maioria dos casos não passa de dez anos. A Associação Brasileira dos Terminais Portuários (ABTP) afirma que um período abaixo de 25 anos é insuficiente para amortizar investimentos.
No início da semana o ministro da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, disse que o prazo enxuto se deve ao fato de os investimentos previstos para estas áreas serem pequenos ou mesmo inexistentes. A intenção do governo ao estipular prazos abaixo de 25 anos é coincidir o vencimento dos contratos de diferentes terminais para que, no futuro, possa ofertar áreas maiores.



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