Também houve avanço, em ritmo menor, nos segmentos de combustíveis e lubrificantes (0,3%) e de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática (0,5%). Apresentaram recuo as lojas de veículos, motos e peças (-0,6%) e o setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios (-3,4%).
Em nota, os economistas da Serasa Experian avaliam que o movimento do segmento de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas foi alavancado pela redução dos preços dos gêneros alimentícios. Já a alta do dólar, o aumento dos juros e a queda da confiança dos consumidores afetaram negativamente segmentos movidos a crédito, como o de veículos, motos e peças e o de móveis, eletroeletrônicos e informáticas. Na comparação com agosto do ano passado, o primeiro grupo encolheu 5,7% e o segundo, 4,9%.



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