BRASÍLIA - A de impostos e contribuições federais diminuiu o ritmo em e cresceu a um patamar menor que os últimos meses. Ao todo, entraram nos cofres públicos uma alta real (já descontada a inflação) de 2,01% em relação a 2017. Um dos fatores de impacto foi a greve dos caminhoneiros, que derrubou as receitas com o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Mesmo assim, o número é o melhor desempenho para o mês desde 2015.
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No ano, a arrecadação já acumula R$ 714,2 bilhões, uma alta de 6,88% em relação aos seis primeiros meses do ano passado.
A greve causou uma retração da produção industrial de 6,67%. Assim, a arrecadação com o IPI, que incide sobre esses bens, desabou 14,3%. Também contribuiu negativamente para o número as receitas com o Imposto de Renda sobre Rendimentos de Capital, que incide sobre investimentos, que caiu 27,9%.
Por outro lado, houve um crescimento das receitas com o Imposto sobre Importações (II), que saltou 29,66%. Além disso, os valores arrecadados com Imposto de Renda e CSLL das empresas não financeiras aumentou 11,9%.

