O presidente da entidade, Décio Carbonari de Almeida, disse que o momento é de indefinição no mercado e que a redução no saldo da carteira reflete campanhas de taxas promocionais de juros, que implicam aumento do valor de entrada.
"Basta observarmos que a quantidade de bens financiados não sofreu queda. Mas o esforço das próprias montadoras para manter as vendas aquecidas, durante os últimos meses, teve como estratégia principal o uso de campanhas, como as de taxa zero de juros. Isso reduz o tíquete médio dos veículos financiados, o que impacta diretamente em toda a carteira", afirmou.
Sobre a liberação de recursos por meio de Crédito Direto ao Consumidor (CDC), foram concedidos R$ 9,577 bilhões em agosto, queda de 0,4% ante julho (R$ 9,613 bilhões). Segundo a Anef, a baixa foi de 14,8% em relação a agosto de 2012, quando R$ 11,242 bilhões foram liberados.



