Segundo Rezende, o grande desafio do setor é referente ao 2G, que tem "serviço limitado". Sobre o 4G, ele reforçou que é importante as empresas irem informando sobre a cobertura da nova tecnologia, que está limitada à área de 50% das cidades. Ele acrescentou, porém, que até o final do ano essa área de cobertura precisará chegar a 80%.
Em relação aos serviços de 3G, Rezende afirmou que não acha que este serviço esteja "em baixa". Ele se baseou no resultado da avaliação trimestral das empresas realizada pela Anatel que mostrou uma evolução nos serviços das operadoras.
Já o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, disse que pretende melhorar as condições de negócios na área de telecomunicações. Segundo ele, as grandes empresas "não enxergam" as zonas periféricas para oferecer serviços de internet.
"Há uma desigualdade na oferta dos serviços". Segundo o ministro, na região da avenida Paulista, por exemplo, existem várias empresas concorrendo, mas na periferia há uma ou duas empresas, com serviços caros e deficientes", disse Bernardo.
Segundo Bernardo, uma das prioridades do governo é ampliar a cobertura de internet, sobretudo do serviço fixo. "Um País do tamanho do Brasil tem uma velocidade muito lenta de internet", disse o ministro no mesmo evento.



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