RIO - As ações da JBS operam com queda de 0,86% nesta quarta-feira, apesar de a Polícia Federal ter prendido o sócio e diretor-executivo Wesley Batista, irmão de Joesley Batista. A Bolsa, após ter batido seu recorde histórico na segunda-feira e ter registrado nova alta ontem, hoje opera perto da estabilidade, aos 74.512 pontos. No câmbio, o dólar comercial registra alta de 0,25%, cotado a R$ 3,137 para venda.
Wesley Batista foi preso na segunda fase da Operação Tendão de Aquiles, que apura o uso de informações privilegiadas para lucrar no mercado financeiro. A operação apura a venda de ações da JBS na Bolsa e a compra de contratos futuros e a termo de dólar antes da divulgação da delação premiada dos sócios da JBS em 17 de maio. A informação provocou fortes oscilações no mercado, das quais os sócios da JBS conseguiram se proteger e lucrar por causa daquelas operações.
As ações ordinárias da Petrobras sobem 0,32%, cotadas a R$ 15,45, enquanto as ordinárias permanecem estáveis, a R$ 14,86. Entre os bancos, o Banco do Brasil sobe 0,71%, o Bradesco tem alta de 0,53%, e o Itaú Unibanco, de 0,39%. A Vale cai 2,04% (ON, a R$ 34,54).
Os mercados acionários da China subiram nesta quarta-feira para perto das máximas de 20 meses, uma vez que o crescimento econômico robusto e as expectativas de novas reformas reforçaram a confiança dos investidores, mesmo com os reguladores evitando os tipos de crédito mais arriscados. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, avançou 0,15%, enquanto o índice de Xangai teve alta de 0,18%. Os setores de consumo e imobiliário lideraram a alta, enquanto as ações bancárias recuaram.


