Manaus terá 11 candidatos a prefeito da cidade Manaus terá 11 candidatos a prefeito da cidade

Manaus terá 11 candidatos a prefeito da cidade

Por Portal do Holanda

16/09/2020 22h16 — em De olho na Política

Ao final das convenções partidárias, espremidos limões e laranjas, 11 candidatos e seus vices irão concorrer à prefeitura de Manaus. As ‘bigas’ da corrida eleitoral estão com seus ocupantes definidos e prontos para a disputa, no circuito incerto dos anseios do eleitor manauara. 

Amazonino Mendes e Wilker Barreto (Podemos) largam liderando as intenções e voto nas pesquisas e o grupo das chapas puro-sangue, que tem ainda:

Romero Reis e Eduardo Costa (Novo), Chico Preto e Augusto Cezar (DC); Marcelo Amil e Dora Brasil (PCdoB); Coronel Menezes e Rafael Costa e Silva (Patriotas); Gilberto Vasconcelos e Maria Auxiliadora de Castro (PSTU).

No grupo das chapas híbridas, ou coligações, correm Alfredo Nascimento e Conceição Sampaio (PL-PSDB); David Almeida e Marcos Rotta (Avante-DEM); Alberto Neto e Orsine Junior (Republicanos-PMN) – José Ricardo e Marklize Siqueira (PT-PSOL); Ricardo Nicolau e George Lins (PSD-Progressistas).  

CHAPA PURO SANGUE

O Podemos de Amazonino saiu da convenção com uma chapa ‘puro-sangue’, embora tenha apoio de outros 3 partidos. Ao lado do candidato mais experiente na disputa, está a revelação política mais jovem do partido, o deputado Wilker Barreto. Uma composição bem ‘caseira’.

NO NINHO TUCANO

Já Alfredo Nascimento foi buscar no ‘ninho’ tucano uma companheira de chapa mais do que afinada com ele, a ex-deputada Conceição Sampaio. Indicada pelo prefeito Arthur Virgílio, que junto com Alfredo soma 6 mandatos na prefeitura de Manaus.

BENÇÃO DO GOVERNADOR

David Almeida aceitou as bênçãos do governador Wilson Lima e acolheu seu novo ‘pupilo’, o vice-prefeito Marcos Rotta, para disputar uma ‘reeleição’ inusitada. José Ricardo quer se descolar do PT, mas optou por uma ‘frente vermelha’, com Marklize Siqueira, do radical PSOL.

MOURÃO SE PERDEU

O general Mourão começa a empolar o discurso sobre as queimadas na Amazônia. Na típica retórica da caserna, ‘cria’ inimigos, opositores e até feriado, para jogar a culpa que só pertence ao próprio governo e sua política de exploração econômica da floresta.

Agora quer trazer embaixadores europeus para ver a mata de perto e se convencerem que os ‘dados’ deles são menos precisos que os do Planalto.