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Facebook diz que hackers roubaram dados de 29 milhões de usuários

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LOS ANGELES  -  A mais recente falha de segurança do Facebook, anunciada há duas semanas, afetou 30 milhões de perfis e não 50 milhões como se pensou anteriormente. Segundo a rede social,  os hackers acessaram as contas de cerca de 30 milhões de pessoas e roubaram nome e detalhes de contato de 29 milhões.

A empresa disse que para 15 milhões de pessoas os invasores acessaram dois conjuntos de informações: nome e detalhes de contato, incluindo número de telefone, e-mail ou ambos, dependendo do que os indivíduos tinham em seus perfis.

Para outras 14 milhões de pessoas, os hackers também acessaram outros detalhes, incluindo nome de usuário, gênero, localidade/idioma, status de relacionamento, religião, cidade natal, data de nascimento, dispositivos usados para acessar o Facebook, educação, trabalho e os últimos 10 locais onde estiveram ou em que foram marcados.

Os hackers não coletaram nenhuma informação de 1 milhão de pessoas cujas contas estavam vulneráveis.

"Estamos cooperando com o FBI, que está investigando ativamente e nos pediu para não falar sobre quem pode estar por trás desse ataque", disse o Facebook em um post no blog.

Cerca de 400 mil usuários foram usados como ponto de entrada dos hackers para acessarem as outras 30 milhões de contas. Eles puderam ver o que os usuários viam quando revisavam seus próprios perfis. Isso incluía publicações na timeline e conversas recentes no Messenger.

Até agora, o Facebook disse que não viu as informações aparecerem em nenhum outro lugar online, mas a empresa continua investigando o incidente com o FBI. Esse tipo de detalhe pessoal pode ajudar os ladrões de identidade a realizarem roubos por muitos anos no futuro.

A invasão, uma das piores da história da rede social, ocorre em um momento em que a empresa busca de maneira desesperada recuperar a confiança de seus usuários.

O Facebook está sob ataque desde que, no início do ano, foi descoberto que informações pessoais foram transferidas por um desenvolvedor de aplicativos para a Cambridge Analytica, uma empresa de consultoria política que trabalhou para a campanha presidencial de  Donald Trump, em 2016. A empresa passou meses tentando atualizar sua segurança e responder a perguntas de legisladores dos EUA e de políticos estrangeiros sobre o escândalo.

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