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O músico tentava defender uma mulher de um assalto quando foi atingido por uma saraivada de balas no fatídico 9 de novembro de 2000? O que aconteceu entre Marcelo e a banda que ele ajudou a formar? Um cadeirante pode ter uma vida sexual ativa? Essas são algumas das perguntas que povoam o imaginário popular acerca da vida e obra de um dos nomes mais relevantes na música brasileira produzida na década de 90.
Marcelo Yuka ex-baterista da banda O Rappa retrata uma nova vida no livro ' Não se Preocupe Comigo'. No processo de recuperação, convive até hoje com dores lancinantes e tem dificuldade para executar tarefas simples. Porém decidiu experimentar novas possibilidades: na música, nas artes e até na política.
Yuka faz um relato de alma, mantendo um compromisso raro com a verdade de suas angústias e alegrias.
Apesar das dores dos anos, Yuka manteve uma sensação de juventude pulsante que o fez seguir criando. E mesmo que sua história possa indicar o contrário, ele não abandonou a crença de que o melhor ainda está por vir.

