SÃO PAULO, SP (UOL/FOLHAPRESS) - Amigo de Isabelle, o ex-BBB Vyni apoia um romance entre ela e Matteus, mas fora do BBB 24 (Globo).
O influencer torce pelo casal fora do BBB 24. "Eles têm uma energia bacana, se respeitam, não se cobram, um faz bem ao outro É uma relação saudável de acompanhar. Quanto a shippar MaBelle, não sei se consigo (...). Não sou uma pessoa romântica, não tenho espírito 'caprichete'. Acho que relacionamento dentro do BBB é uma corda-bamba, pois sempre vai existir o risco do seu sentimento pelo outro ofuscar a sua jornada. Por isso, lá dentro, eu não shippo. Aqui fora, se for da vontade, acho que formariam um belo par", confessou em entrevista à Quem.
Conhecidos há dois anos, ele contou como começou a amizade: "A conversa fluiu demais. Fiquei encantando pela energia e pelo carisma dela. Decidimos viajar juntos para a cidade de Manacapuru para que ela me apresentasse a sua 'filha', a arara Jackson. Além disso, foi a Isa que me apresentou e que me fez gostar do açaí. Combinamos dela me ensinar uma coreografia de cunhã-poranga. Então nos tornamos amigos".
O ex-BBB desconfiou de sua participação no programa: "Ela não me contou sobre o BBB, mas nem precisava. Claro que falamos sobre o programa nas nossas conversas, e logo de cara captei que ela poderia estar na seletiva pelas coisas que falou. Não me pergunte como eu abstraí isso. Deve ser coisa de quem já passou pelo processo seletivo. A gente sempre sabe. Um mês depois, lá estava ela anunciada para entrar na casa e as minhas suspeitas não diminuíram em nada a minha surpresa ao vê-la no anúncio".
Vyni também analisou o jogo de Isabelle: "Enxergo o jogo da Isa como limpo e honesto. Desde os primeiros Paredões ela tem dado votos certeiros, tem se posicionado com precisão e elegância e tem sido cautelosa. Isso não a torna uma planta. Infelizmente, as pessoas têm uma visão errada de que 'jogo é sinônimo de gritaria, briga, dedo na cara, ser perseguido'. Apesar de ela estar indo bem, diria para continuar não cedendo às pressões dos outros e ter sua própria opinião. Mas diria para ela dar um pouco do que o público quer: um pouco mais de embates diretos, de fogo no parquinho e, claro, um pouco mais de loucura tribal".

