BRASÍLIA — O do Eixão Sul, que desabou nesta terça-feira no centro de , necessitava de “intervenção urgente face ao alto número de veículos que ali trafega” ainda em 2011, segundo relatório do Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (). A entidade vistoriou estruturas urbanas de Brasília em 2009 e 2011, quando a cobertura sobre a ganhou o carimbo de “Prazo de Validade Vencido”, nome do projeto feito pela entidade de inspeção em espaços públicos de várias partes do país.
Entre os problemas verificados em 2009 que persistiam, estavam o risco de queda de pedras, infiltrações e falta de manutenção. Não havia indícios, segundo o presidente da Sinaenco, Sergei Fortes, de desabamento. Ele aponta, porém, que com o passar do tempo a tendência é que os problemas se agravem caso não sejam adotadas as medidas necessárias.
— Soubemos de iniciativas do governo em algumas áreas que apontamos, mas não naquele viaduto. É uma cultura brasileira de não trabalhar na manutenção preventiva — afirma Fortes. — Se tivesse havido manutenção adequada, isso não teria acontecido.
Segundo o presidente do Sinaenco, na época, a entidade recomendou que o governo fizesse uma avaliação mais aprofundada no viaduto, que envolveria furar a estrutura para verificar infiltrações e outros itens verificados em inspeções. O Governo do Distrito Federal foi procurado, mas não respondeu até a publicação do texto.
Outro relatório, feito em 2012 pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal (TC-DF), .

