A maior perda é com o tempo perdido, que poderia ser usado produtivamente. Só a perda de tempo custa R$ 6,1 mil por motorista, segundo o estudo. Considerando uma renda média mensal de R$ 3 mil por motorista, a perda ficou em 17,5 reais por hora gasta em engarrafamentos. A estimativa leva em conta a média de congestionamentos em vias controladas pelas Companhias de Engenharia de Tráfego (CETs) do Rio e São Paulo nos horários de maior trânsito.
O estudo será apresentado durante o 4.º Seminário de Sistemas Inteligentes de Transporte, na capital fluminense, nos dias 12 e 13. O evento tem por objetivo debater a urbana e unir recursos e tecnologias para melhorar os transportes de maneira mais inteligente. Os organizadores afirmam acreditar que o uso eficiente da tecnologia pode reduzir os congestionamentos e o tempo gasto nas viagens, contribuindo para a diminuição da poluição e a economia do Brasil e dos brasileiros.

