A Justiça realiza na manhã desta quarta-feira (6), a primeira audiência sobre a morte do menino Henry Borel, 4.
Nessa fase serão ouvidas as testemunhas de acusação do caso que tem Monique Medeiros, mãe da vítima, e o ex-vereador Jairinho, padrasto, como réus.
Uma das testemunhas é Leniel Borel, pai de Henry, que chegou ao fórum afirmando que vai lutar por Justiça pela morte do filho. Ele também chamou o casal suspeito de monstros e disse que quer punição à altura para Jairinho e a ex-esposa.
Além de Leniel, a Justiça também vai ouvir outras 11 pessoas, entre elas, a babá de Henry, Thayna de Oliveira, duas ex-esposas de Jairinho, a empregada da casa onde o garoto morava com a mãe, o delegado do caso e um inspetor, uma pediatra que deu a notícia da morte do menino ao casal.
A cabeleireira que testemunhou a babá contando sobre as agressões à Monique por telefone, e um executivo da Rede D’Or, que teria recebido um pedido de Jairinho para liberar o corpo de Henry sem necessidade de o IML realizar autópsia, também devem falar na audiência.
Duas médicas que também receberam a criança na unidade foram convocadas para depor, mas não foram encontradas pela Justiça.


