BRASÍLIA - O presidente interino do PSDB, (CE), comandará nesta terça-feira um almoço com a bancada do Senado e o governador de Goiás, , para ver se avançam entendimentos para que se evite bater chapa e o aprofundamento do racha interno na convenção nacional do dia 09 de dezembro. Tasso disse que essa possibilidade não está descartada, que o nome é o menos importante, e que o candidato de consenso teria que assumir o compromisso de liderar a saída do governo e a autocrítica feita no programa partidário veiculado no rádio e TV em julho, e que causou bastante polêmica entre setores governistas do .
A reunião de Marconi com os 24 deputados que apoiam a candidatura de Tasso, para ver se ele os convencia a desistir de lançar o nome de Tasso, foi desmarcada. Marconi queria uma reunião ampliada com toda a bancada de deputados e não apenas com os chamados “cabeças pretas”.
Embora não tenha assumido oficialmente que é candidato, Tasso disse que a ideia é concorrer, porque tem um compromisso com a bancada dos federais .
— O ideal era que a gente chegasse num acordo. Ter um candidato só. A julgar pela disposição do Marconi hoje, de fato, houve uma convergência dele na última reunião, de que a convenção de dezembro seria o deadline para sair do governo e e discutir outros compromissos que estamos trabalhando — disse Tasso hoje , antes do almoço com Marconi.
— Para mim o nome é o menos importante. Os princípios que estabelecemos desde aquele programa famoso, de autocrítica, de sair do governo, devem ser mantidos. Para mim isso é que é importante — disse Tasso, afirmando que as conversas vão continuar na tentativa de evoluir para um consenso.

