O pregão aconteceria na manhã desta sexta-feira. Na tarde de quinta-feira, 11, a juíza Roseli Nalin negou pedido do Ministério Público Estadual (MPE) para que proibisse a prefeitura de arcar com os gastos do serviço médico da Jornada e suspendesse a licitação.
O MP recorreu da decisão e teve vitória parcial.
A prestação do serviço médico custará R$ 7,8 milhões. A desembargadora Regina Lucia Passos proibiu a abertura dos envelopes do pregão e disse que é preciso aguardar a decisão do mérito do caso pela primeira instância sobre o uso de recurso público na realização da Jornada.

