O Ministério Público de São Paulo apontou que Bruno Eustário Vieira, de 23 anos, suspeito de matar a própria mãe em dezembro do ano passado, teria cometido o crime com interesse na herança da mulher. As informações são do G1.
Testemunhas ouvidas pela polícia apontaram que o jovem estava vivendo uma vida luxuosa, conflitante com sua realidade, e que pressionava a mãe para bancá-lo e vender ou alugar a casa em que viviam.
A Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito, que é procurado pelas autoridades policiais. A defesa nega a acusação.
Além de levar vida bancada pela mãe, o suspeito fazia pressão na mulher para que ela vendesse a casa que tinham e comprasse outra em um bairro de alto padrão para que ele levasse amigos e não se sentisse humilhado.
Segundo os relatos, Bruno tinha outro comportamento com as pessoas, sendo um bom rapaz, mas com Márcia não tinha paciência e era bruto.
No dia do crime, eles aparecem em casa e em seguida discutem. Em seguida, vão para vias de fato e a mulher cai no chão.
Apesar de o filho ter afirmado, em sua primeira versão à polícia, ter encontrado a mãe morta e, em segundo depoimento, ter falado em morte acidental, o laudo da perícia apontou morte por asfixia mecânica.
O inquérito policial com o indiciamento foi concluído em 31 de maio de 2021 e encaminhado à Justiça.

