Com um placar de 9 a 2, o Supremo Tribunal Federal decidiu nesta quinta-feira (7) contra a liberação dos cultos e missas presenciais durante a pandemia da Covid-19. Com a votação, o STF derruba a decisão do ministro Kassio Nunes, que havia vetado que governadores e prefeitos proibissem os eventos religiosos, sob a justificativa de que o ato seria inconstitucional.
Após o ministro Gilmar Mendes decidir ontem contra a liberação de missas e cultos como forma de conter o avanço da pandemia, nesta quinta-feira (7), seguiram o seu voto os ministros Alexandre de Moraes, Fachin, Barroso, Rosa Weber, Carmen Lúcia, Ricardo Lewandowsk, Marco Aurélio, e o presidente do Supremo, Luiz Fux.
Dias Toffoli votou junto de Nunes Marques, a favor da liberação dos eventos religiosos durante a segunda onda da Covid-19 no Brasil.



