A partir deste sábado, 30, os serviços serão feitos por um consórcio formado por três empresas, contratado de forma emergencial. Desde 11 de outubro, a coleta de lixo está em estado de emergência, o terceiro decretado desde o início de 2013, por falhas na prestação do serviço. Entre as irregularidades, a Gomes Lourenço deixou de pagar pela destinação do lixo ao aterro mantido em Iperó pela empresa Proactiva, acumulando uma dívida de R$ 8 milhões.
A Gomes Lourenço recebia R$ 2,8 milhões por mês pelo serviço. Com a rescisão, a empresa deve retirar das ruas os contêineres que a população usa para depositar os sacos de lixo. O material recolhido deverá ser embalado e posto na calçada. O consórcio, formado pelas empresas Litucera, Heleno & Fonseca e Trail, assume por seis meses, até que a prefeitura realize nova licitação.


