A prefeitura de Sorocaba decretou estado de emergência e pode intervir no sistema de coleta. De acordo com o secretário de Parcerias, Cledson Ribeiro, a destinação do lixo é de responsabilidade da Gomes Lourenço, da qual a Proactiva é subcontratada. Se a empresa não apresentar uma solução, a prefeitura vai contratar outra prestadora por considerar o serviço essencial. A Gomes Lourenço alegou que o montante da dívida não é real e que o rompimento do contrato pelo aterro foi arbitrário. Informou ainda que negocia com a prefeitura uma solução para o problema.
A Proactiva informou ter tomado a decisão após esgotar as vias de entendimento com a contratante e baseada em decisão judicial. A juíza Fabiana Feher Recasens, da Comarca de Barueri, julgou improcedente ação pela qual a Gomes Lourenço pretendia obrigar a Proactiva a continuar recebendo o lixo. No início deste ano, a prefeitura já havia decretado emergência em razão de uma greve dos coletores causada por atraso no pagamento dos salários pela Gomes Lourenço. Na ocasião, a empresa informou que o atraso foi rapidamente sanado.

