A extremista Sara Winter foi condenada a indenizar a pesquisadora da Universidade de Brasília (UnB) Débora Diniz. A ativista fez acusações nas redes sociais por incentivo à tortura e chamava a pesquisadora de "a maior abortista brasileira" durante a repercussão do caso da menina de 10 anos que interrompeu a gravidez após ser estuprada pelo tio. A ação cabe recurso.
Em sua defesa, Winter alegou que tinha interesse na proteção da criança e que "fez uso do seu livre direito de manifestação".
Na decisão, o juiz Arthur Lachter afirmou que não houve ofensa de Sara Giromini ao chamar a pesquisadora de "abortista", de acordo com as informações divulgadas pelo Sistema Globo. "É fato público e notório que a autora é professora que concede entrevistas a grandes jornais brasileiros e mundiais defendendo a legalização do aborto e, na sua visão, os direitos das mulheres à interrupção voluntária da gravidez".
A pesquisadora pede indenização no valor de R$ 50 mil.



