Também decidiram não participar da greve geral convocada pelas centrais sindicais para esta quinta-feira, 11, porque a paralisação pede o veto da presidente Dilma Rousseff ao projeto de lei que regulamenta o chamado ato médico, definindo as atribuições dos profissionais da área.
Foi programada, ainda, uma passeata pelas ruas centrais de Porto Alegre para a próxima terça-feira, dia 16, para expor à população a posição dos médicos quanto à contratação de profissionais estrangeiros. "Vamos mostrar que há problemas na infraestrutura e na gestão e não falta de médicos no País", afirmou o presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul, Paulo de Argollo Mendes.


