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Relatora no STJ vota para Adriana Ancelmo voltar à prisão, mas ministro pede vista

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BRASÍLIA — A ministra Maria Thereza de Assis Moura, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), votou nesta quinta-feira contra a substituição da prisão preventiva da ex-primeira-dama do Rio Adriana Ancelmo pela prisão domiciliar. O julgamento, que ocorria na Sexta Turma, foi interrompido, no entanto, por um pedido de vista do ministro Sebastião Reis Filho.

Mulher do ex-governador Sérgio Cabral, que está preso em Curitiba, Adriana foi presa em novembro de 2016. Em março, ela foi para a prisão domiciliar, por decisão do juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal do Rio, o mesmo que havia determinado a prisão. A justificativa foi permitir que ela cuidasse dos seus filhos.

Em novembro, o Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) mandou ela novamente para a prisão, , do Supremo Tribunal Federal (STF).

A ministra Maria Thereza (monocraticamente) e a Sexta Turma já negaram duas vezes o pedido, mas considerando apenas questões formais do processo. No julgamento desta quinta, o mérito da questão foi analisado pela primeira vez.

Maria Thereza, que é relatora, destacou a argumentação dos desembargadores do TRF-2, que ressaltaram que os filhos de Adriana e Cabral eram cuidados por outra pessoa, fora da família, que recebia entre 18.000 e R$ 21.000 pela tarefa. Ela também ressaltou que os dois realizaram diversas viagens ao exterior sem a companhia dos filhos menos, o que demonstraria que a presença dela não é absolutamente necessária para a criação deles.

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