Para Pontes, o protesto não foi hostil. "Apenas manifestamos nossa insatisfação com essa situação criada pelo Ministério da Saúde. Friso que esses médicos cubanos não vão receber o registro do Conselho Regional de Medicina, porque eles não sabem operar. E temo pela saúde dos cearenses que serão entregues a eles."
O presidente do Semec destacou que as vaias do protesto não foram simplesmente para os cubanos. "Nossa categoria vaiou as pessoas que concordam com a vinda dos profissionais estrangeiros para o Brasil pelo programa federal Mais Médicos." José Maria Pontes disse ainda que "não havia como separar quem receberia as vaias, já que todos estavam próximos".

